Bullying é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, tiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.[1]
De acordo com Wikipédia, bullying, um assunto muito comentado nos dias de hoje é assunto sério que ocorre não somente nas escolas, longe dos olhos e supervisão dos pais, mas dentro da própria casa. Pais que tem mais de um filho deveriam prestar atenção no que acontece com os mesmos e não levar piadinhas na brincadeira, achar bonitinho e rir junto, muito pelo contrário, isso é algo que acarreta problemas seríssimos com o passar dos anos e os que o sofrem, carregam um fardo por sua vida inteira.
Clarice que cresceu ouvindo piadas de mal gosto como "Você foi adotada", "Te acharam na lata do lixo", "Você é mal amada e vai morrer sozinha", entre outras tantas piadinhas das quais os pais riram por sua vida inteira, passou boa parte de sua vida se perguntando o porque de tanta injustiça, o porquê de caçoarem tanto dela que nunca quis fazer mal a ninguém, principalmente a sua familia. Ela cresceu vendo seus irmãos mais velhos a olharem com diferença e com tristeza no coração ela carregou essa mágoa dentro dela, seus pais que estavam ocupados demais tentando dar o máximo deles para prover o sustento de sua familia, não perceberam o que estáva acontecendo bem embaixo de seus olhos e não souberam cortar o mal pela raíz quando ainda havia tempo. Clarice que sempre se sentiu inferior e nunca acreditava que era capaz, passou boa parte da vida dando cabeçadas e se envolvendo com pessoas que faziam o mesmo que seus irmãos faziam com ela. Bullying. Ela, por muitos anos se sentia vítima das situações e não entendia o porquê faziam isso com ela, hoje, ela entende que parte dessas "piadas" deixaram marcas que nem o tempo soube apagar, mas com a maturidade e experiência de uma vida de luta e batalha, ela sabe que o que sofreu anos atrás, trouxe sim feridas das quais não se cura com um simples pedido de desculpas, mas como menina teimosa que é, de acordo com seus próprios irmãos, tenta esquecer de todas as piadas e tropeços e recomeçar uma nova página da vida, sem mágoa ou dor e simplesmente perdoar aqueles que a fizeram sofrer. Hoje, Clarice dá o recado aos pais que prestem ao máximo de atenção a seus filhos a ponto de não deixarem o bullying acontecer dentro de suas próprias casas, para não trazer problemas futuros. Análise custa caro, parar um pouco para prestar atenção no que os filhos andam fazendo é de graça e previne gastos ainda maiores no futuro. Pense nisso.
Monday, October 31, 2011
Tuesday, October 11, 2011
Respondo não.
E ela começa a pensar na resposta de todas as perguntas feitas nesse meio tempo e tenta, tenta e nada sai. É Então que finalmente, a garota dos olhos percebe que não as responde, pois não convém a ninguém saber a resposta, ou no mínimo, não deveria tê-las como obrigação. Ao perceber que a vida, o futuro muito pouco importa ou interessa a terceiros, ela se foca ao que sempre quis e se prende a isso como a última alternativa, ela quer ser feliz, ainda tendo dúvidas, se sentindo perdida, mas caminhando como sempre o fez, sem se importar com os tropeços e atalhos e até mesmo com os caminhos que mudam, vez ou outra. Ela sabe, no fundo ela sabe que não precisa provar nada a ninguém a não ser ela mesma. E com isso, ela deixa a baixo-estima de lado e volta a acreditar mais uma vez em algo que jamais, jamais deveria ter se perdido: - Ela pode, pode tudo!
Monday, September 19, 2011
Toronto!!
I miss the sound of the rain falling on the ground, the sound of Laura Pausini playing on the streets while I was walking from home to work, missing the cheese pizza's smell from Big Slice and all the incredible people that I've met there. Missing the snow and all that it represents to me: Romantism, pureness and true love. Missing the amazing moments that I've spent there. Madison Pub and the Piano bar, the stories and the dramas, Philthy's Mcnasty's and all the drunkness with friends from school.. Missing that beautiful lake and all the parks, missing the polite people on the streets and even the crazy ones walking with their pjs. I left half of my heart in Toronto and it's really hard to wake up everyday and not been there.. Oh Canada, my lovely Canada, wait up, I'll be back one day!!
Monday, August 22, 2011
Eu, por mim mesma. (escrito a 1 ano atrás)
24 anos de existência podem parecer muito para alguns, pouco para outros e o suficiente para mim. O suficiente para eu saber exatamente o que quero e onde quero chegar.
Apesar de muito parecer uma mulher meio confusa, eu sempre sei o que quero no fim das contas. A culpa é sempre da bipolaridade que nos confunde a vida. rs
Sou sincera demais e sinceridade em excesso acaba se tornando defeito. Porém, nunca deixo de falar o que penso, e se falei, quer dizer que era exatamente o que eu pensava. Logo, odeio falsidade e mentira.
Eu falo demais. Falo exageradamente quando sinto vontade, mas na maior parte do tempo sou quieta e observadora.
Quando criança eu tinha o sonho de ser escritora, quando adulta, percebi que não precisava ter essa profissão, percebi que escrever para mim, é um hobbie. E que nem sempre temos a profissão dos nossos sonhos. Percebi que sonhos não são bobagens e que eles são de certa forma, necessários para nossa existência. Percebi que sonhar acordada é uma das melhores coisas do mundo, faço isso o tempo todo. Mas procuro sempre manter os pés bem firmes no chão. Sonhos são apenas sonhos, não quer dizer que eles irão acontecer.
Porém, se estiver ao meu alcance, eu vou até o fim para realizá-los.
Adoro filmes e séries. Desses que contam a vida das pessoas da forma mais real possível. Sou muito observadora e consigo ler as pessoas muito rapidamente. Sou fácil de ser lida também. Não consigo esconder sentimento, nem fingir, nem mentir. Sou expressiva demais e é muito fácil saber se estou com algum problema ou não.
Muito me agrada agradar as pessoas. Gosto muito de gentilezas, sutilezas... Gosto de ouvir, dar conselhos e tentar ajudar para que todos a minha volta sejam felizes. Muitas vezes penso mais nos outros do queem mim. Adoro viver rodeada de pessoas e amigos, gosto de conversar, trocar idéias e experiências. Amo viajar.
Gosto de gostar das pessoas pelo simples fato de serem reais, por terem defeitos e qualidades. Gosto de não gostar as vezes também. Gosto de diferenças.
Nada que é igual demais ou parecido me agrada. Gosto muito do abstrato.
Sou bastante ciumenta com as pessoas que gosto. Meu mundo, o que eu conquistei, tenho medo de perder. As poucas pessoas que nele constam, são únicas, cada qual a sua forma, meu ciúmes é só meu jeito sensível de dizer: Por favor não vá embora. Odeio despedidas!
Odeio dizer Adeus mesmo sabendo que as vezes não existe outra opção. Odeio não ter opção.
Sou ansiosa, inquieta e barulhenta. Falo alto, sou exagerada e dramática. Estilo novela mexicana. Tudo em mim é demais, é extenso, denso. Profundo.
Adoro receber carinho, mas não sou muito boaem demonstrar. E muitas vezes me tranco no meu próprio mundo com medo de me machucar.
Sou metade amor e a outra metade também. Quero me casar e construir minha família. Sonho em me tornar mãe. Sonho com um marido amável e compreensivel. Quero acreditar que ainda existam homens que acreditam no amor e na família e se existir, quero que ele me encontre. Rs
Sou intensa. Sou sentimento, sou paixão. Quero desejo, quero amor. Quero sentir a vida e quero que ela me sinta também.
Sou Cíntia F. Filha, amiga, tia, conselheira, chorona de dar dó. Sou menina, sou mulher. Sou todas em uma só.
Apesar de muito parecer uma mulher meio confusa, eu sempre sei o que quero no fim das contas. A culpa é sempre da bipolaridade que nos confunde a vida. rs
Sou sincera demais e sinceridade em excesso acaba se tornando defeito. Porém, nunca deixo de falar o que penso, e se falei, quer dizer que era exatamente o que eu pensava. Logo, odeio falsidade e mentira.
Eu falo demais. Falo exageradamente quando sinto vontade, mas na maior parte do tempo sou quieta e observadora.
Quando criança eu tinha o sonho de ser escritora, quando adulta, percebi que não precisava ter essa profissão, percebi que escrever para mim, é um hobbie. E que nem sempre temos a profissão dos nossos sonhos. Percebi que sonhos não são bobagens e que eles são de certa forma, necessários para nossa existência. Percebi que sonhar acordada é uma das melhores coisas do mundo, faço isso o tempo todo. Mas procuro sempre manter os pés bem firmes no chão. Sonhos são apenas sonhos, não quer dizer que eles irão acontecer.
Porém, se estiver ao meu alcance, eu vou até o fim para realizá-los.
Adoro filmes e séries. Desses que contam a vida das pessoas da forma mais real possível. Sou muito observadora e consigo ler as pessoas muito rapidamente. Sou fácil de ser lida também. Não consigo esconder sentimento, nem fingir, nem mentir. Sou expressiva demais e é muito fácil saber se estou com algum problema ou não.
Muito me agrada agradar as pessoas. Gosto muito de gentilezas, sutilezas... Gosto de ouvir, dar conselhos e tentar ajudar para que todos a minha volta sejam felizes. Muitas vezes penso mais nos outros do que
Gosto de gostar das pessoas pelo simples fato de serem reais, por terem defeitos e qualidades. Gosto de não gostar as vezes também. Gosto de diferenças.
Nada que é igual demais ou parecido me agrada. Gosto muito do abstrato.
Sou bastante ciumenta com as pessoas que gosto. Meu mundo, o que eu conquistei, tenho medo de perder. As poucas pessoas que nele constam, são únicas, cada qual a sua forma, meu ciúmes é só meu jeito sensível de dizer: Por favor não vá embora. Odeio despedidas!
Odeio dizer Adeus mesmo sabendo que as vezes não existe outra opção. Odeio não ter opção.
Sou ansiosa, inquieta e barulhenta. Falo alto, sou exagerada e dramática. Estilo novela mexicana. Tudo em mim é demais, é extenso, denso. Profundo.
Adoro receber carinho, mas não sou muito boa
Sou metade amor e a outra metade também. Quero me casar e construir minha família. Sonho em me tornar mãe. Sonho com um marido amável e compreensivel. Quero acreditar que ainda existam homens que acreditam no amor e na família e se existir, quero que ele me encontre. Rs
Sou intensa. Sou sentimento, sou paixão. Quero desejo, quero amor. Quero sentir a vida e quero que ela me sinta também.
Sou Cíntia F. Filha, amiga, tia, conselheira, chorona de dar dó. Sou menina, sou mulher. Sou todas em uma só.
Thursday, July 7, 2011
Black balloon...
A vida é feita de escolhas, já diria o velho ditado. Sei que nunca pensei que certas coisas aconteceriam comigo, sempre fui meio descrente das coisas, meio cética, do tipo que só acredita vendo. Me ferrei! Mas enfim, é errando que se aprende, não é mesmo? Que atire a primeira pedra quem nunca cometeu um erro irreparável e foi julgado por ele. Sei que alguns erros, nos obrigam a tomar decisões, das quais seja qual for o caminho decidido, sempre deixará marcas, mas são essas mesmas marcas e cicatrizes que nos tornam quem somos. Encontrei hoje uma fortaleza dentro de mim que eu nem sabia que existia. Tive que ser forte, racional e pés no chão. Achei que poderia contar com uma pessoa que considerava uma amiga, descobri que mais correta ainda é aquela frase que diz que aquelas pessoas que pensamos que vão nos passar a perna, são as primeiras a estenderem suas mãos pra nos ajudar e o contrário também. Conheci pessoas maravilhosas e não me senti sozinha. E agradeço a elas de coração por isso. Vocês, pessoas, não sabem o quanto sou e serei grata por toda a força que vocês me deram. Thank u guys! Mas só sei que aquele ceticismo todo virou lenda, e lição dada é lição aprendida. Hoje só quero esquecer parte das coisas que aconteceram nessa viagem e assim começa o countdown para minha linda São José dos Campos. "Porquê eu tô indo de volta para casa..."
Wednesday, June 8, 2011
Homesick....
A saga de morar longe de casa está chegando ao fim. (Graças a Deus, diga-se de passagem) Acho que realmente cheguei ao meu limite. Nada, nem mesmo o verão e os dias extremamente quentes, têm me animado. Sinto saudades de tanta coisa que é até difícil descrever com palavras. Coisas das quais a gente só da valor quando perde, ou quando está longe demais pra se ter. Sinto saudade do meu pai me perguntando pela milésima vez se eu já tinha jantado, mesmo que minha resposta sempre fosse positiva, ele insistia em me perguntar mais umas quinze vezes até eu falar. Pai como você é chatoo! Saudades da minha sobrinha me mantando de rir com as coisas incríveis que ela fala. Saudade dela me gritando. Tia Cintia, tia Cintia vem brincar comigo!! Coisa linda de Deus!! Saudade das longas horas de conversa com Dona Riza, vulgo- Mãe. Saudade do cheiro de limpeza da minha casa e da Maria fazendo faxina na segunda. Saudade inclusive da chata da mini latindo sem parar e se escondendo no escritório. Saudade das risadas que eu dava com as meninas do salão. Saudade da piscina que eu nunca usava mas estava ali quando eu precisasse. Saudade do cheiro de churrasco do vizinho e da gritaria das crianças da escola. Saudade de ficar na janela do meu quarto vendo as crianças se matando no parquinho da escola. haha Saudade do mercadinho norte sul, que agora é irmãos camilo, mas pra mim vai ser sempre Norte e Sul. Saudade de almoçar no procópio com a minha mãe, mesmo que a gente sempre reclamava que a comida era ruim, vez ou outra batiamos aquele rango depois de passar no mercado. Saudade de tomar uma gelada no Capital da Vila com o Ilarindo e morrer de rir com as piadas dele e ainda bater papo com o garçom. Saudade do frango a passarinho, do tutu com ovo, do pão de carne da minha mãe, da salada de maionese que tinha mais ovo do que legumes. Saudade de suco natural, água de côco, pé na areia, cheiro de chuva no asfalto da rua de casa, saudade das padarias, do pão na chapa e o pingadinho de todas as manhãs antes de ir pro trabalho. Saudade de passar as tardes no parque Santos Dumont, de almoçar na Tia Neusa porque era bom e barato, de tomar açaí, de comer feijoada, de assitir filme no meu quarto, de pegar carona com meu pai pra ir pro trabalho e sempre me atrasar pra me arrumar, até ele ligar o carro e eu saber que era um sinal pra eu descer. Saudade de quando ele me levava pra trabalhar na embraer e sempre ligava na radio onde uma mulher falava Bom dia e um gato miava e eu sempre tinha vontade de rir porque pensava, "Qual é a desse gato que fica miando no meio da noticia?" Saudade até da faculdade que me dava nos nervos e dos professores loucos que eu tinha. Saudade das aulas da Renata, das pérolas da Ilka, dos momentos de loucura da Goreti. Dos rolos, das fofocas, dos trabalhos e até das provas! Saudade do Seu Vitor que me levava pra faculdade de Van e sempre me contava estórias da vida dele. Saudade de assistir a globo e até de ouvir a voz insuportavel do Faustão aos domingos. Saudades de casa, saudades da minha vida, dos meus amigos, da minha familia! Mais do que nunca tenho a certeza de que sem os meus laços sanguineos sou apenas metade, metade de gente, metade de mim.
Saturday, June 4, 2011
Peripécias internautas e patrióticas.
Estava eu numa noite preguiçosa de sábado chuvoso fuxicando a vida alheia no facebook quando me deparo com um post um tanto quanto ignorante de um conhecido que é melhor nem citar nome, pois não vale a pena. Não que eu me importe de ele saber que o mencionei em um texto meu, mas é porque gente, não vale a pena mesmo! Nego é tão ignorante que mal sabe escrever a própria língua, e que moral fulano vai ter de falar mal da Terrinha? Pois bem. Sujeitinho ignorante posta uma notícia ruim do Brasil e diz. "Agora 6 sabem pq eu num volto pro Brasil." Haha. Prato cheio para a crítica de quinta e mal humorada de plantão aqui né meus amigos? É C-L-A-R-O que eu tinha que comentar e olha que a coisa ficou meio feia por lá. Entre uma das muitas coisas que eu falei, mencionei o fato de que é muito fácil cuspir no prato que comeu e vir ser pedreiro, carpinteiro e muitos eiros por aí, aqui no Canadá ou em qualquer lugar do mundo. Gente! Longe de mim falar mal dessas profissões, até porque tenho pessoas na familia que a exercem com muito orgulho. Mas convenhamos que falar mal do próprio país é uma coisa um tanto quanto BRASILEIRA de ser. Tenho amigos Russos, Koreanos, Mexicanos que tem AMOR pela pátria e vestem a camisa mesmo! Não vejo Russo falando, pô, a Rússia tá uma merda, cheia de ameaça de terrorismo, vários skin heads aterrorizando rockeirinho no metrô, eu quero mais é sumir de lá! Não, vejo gente defendendo sua pátria que é o MESMO que nós brasileiros deveriamos fazer, ao invés de esperar que TUDO caia do céu. Se Canadá é país de primeiro mundo e aqui se ganha mais dinheiro, sinal que nego estudou pra isso, se dedicou e muito mais, se disciplinou a isso. Coisa que falta nos brasileiros metidinhos a besta que vem pro Canadá, começa a ganhar um pouquinho melhor e acha que já pode sair por aí metendo o pau no Brasil e sair impune. Não caros leitores, enquanto existirem pessoas de fé e com o mínimo de conhecimento como eu, pessoas ignorantes que mal sabem escrever, não falarão mal do meu país de graça não. Antes de criticar caro amigo brasileiro, sem cultura e acomodado, vá procurar uma aula de gramática ou procure se informar melhor das notícias antes de sair por aí postando sobre um assalto, ou qualquer coisa do gênero que ocorreu pela milésima vez no Brasil. Aliás, hoje estava vendo um noticiário na tv canadense onde uma menina de 18 anos assassinou a própria mãe a facadas, não foi nem menos sangue frio como Suzane Von Ritchthofen que mandou matar, não meus amigos, a própria, esfaqueou a mãe até a morte. Então eu deixo a perguntar pairar... Vale a pena morar nessa cidade cheia de loucos, ou morar no Brasil cheio de corruptos e gente ignorante? Respondendo. Vale a pena morar no lugar onde você quiser! Com corrupção ou não, patologias mentais ou não, more onde quiser, desde que não saie por aí fazendo comentário sem base sobre o país onde você nasceu, cresceu e foi criado. Afinal, caro amigo, quer você queira ou não, teu cabelo é ruim, teu sangue não é azul e esse sotaquezinho de quinta não nega tua raíz. Tu é brasileiro sim e cante em escala oitava "Eu sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor..."
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